quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Idéia Mágica - Ganhe Dinheiro!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

NOTA: Ameaça por dívida

É bom que todos saibam, pois se me acontecer algo já estarão cientes de onde a polícia deve investigar.
Tenho uma pequena dívida junto à empresa Sapattu's, situada à Av. Rio Branco, 623 - Centro - Jequié-BA. O proprietário Hélio, vinha me abordando em ambientes públicos, diante de quem quer que seja no intento de receber o valor, sob a alegação de que tem muitas dívidas, inclusive água, luz, colégio... e precisa receber. Com voz estridente, vem procurando me constranger diante de todos. Nunca neguei a dívida, mas ainda não foi possível quitar. Hoje (20), às 08:45h, o mesmo voltou à minha loja, desejando receber a qualquer custo. Como não foi possível receber a dívida no momento, expressou a seguinte frase de ameaça: "Os traficantes e bandidos estão MATANDO a torta e a direita. Tem gente MORRENDO por muito menos que isto... que dia recebo meu dinheiro!? Pois não perco um centavo pra ninguém... Saiba disso!!!".
Se alguma coisa me acontecer sabem de quem sofri ameaças.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

NOTA: Comunicado ao Leitor

Devido às festas natalinas e de final de ano, excepcionalmente neste blog, estaremos operando de forma mais suave, podendo ficar alguma data sem notícias.
Voltaremos a operar normalmente dia 5 de janeiro de 2009 com o mesmo compromisso de denunciar e levar a verdade aos nossos leitores.
A todos os leitores e colaboradores do BLOG, um ano novo de paz e muitas realizações.

E O NATAL CHEGOU!

São comuns nesta época os enfeites em casas, praças, comércios e até mesmo em templos religiosos. É comum a troca de presentes, a pacificação mundial, a ceia abastada, as luzes coloridas, a figura do Papai Noel... Todos imbuídos do espírito natalino que invade as veias da mãe gaia enchendo as nações de amor e esperança.
Esta é uma data de comemorações. A maioria crê no nascimento de Jesus, outros apenas enchem-se do espírito desta época, mas poucos conhecem a verdadeira história deste espírito natalino.
O temo “Natal” deriva do latim NATALE - que é relativo ao “dia de nascimento”, dia em que se comemorava o nascimento do deus da religião 'mitraica', dos persas antigos, o NATALIS SOLIS INVICTUS (nascimento do sol invencível) que, com o sincretismo religioso, uniu-se ao nascimento do Messias.
O termo Christmas é uma abreviação de “Christ's Mass” - palavra latina que significa “oferenda”, complementando-se assim em “Oferenda do Ungido”, o que implica no caso do Messias, em sua morte no madeiro e não seu nascimento. Quando alguém diz: “Merry Christmas” está dizendo na realidade “Feliz Crucificação do Messias” e isto, uma vez a cada ano. Porém, as Escrituras dizem que o Messias foi oferecido apenas uma vez por todas e não a cada ano (Heb. 10:1-4, 10-14). Poderíamos entender isto como uma rebeldia do cristão contra o Criador.
Esta festa originou-se com o Imperador Constantino em cerca de 336 quando celebrou o primeiro Natal oficialmente pagão, onde muitos perderam suas vidas por não aceitarem participar de uma festa pagã imposta por Roma. Constantino ordenou uma imposição tirânica à base da força e opressão, o que era comum para o filho de um anti-semita sanguinário, “Diocleciano”. Mas com a consolidação desta fusão (paganismo e cristianismo), entre os bispos e o clero, a comemoração natalícia se estendeu e ganhou força. Em 354 o papa Libério juntamente com Justiniano - Imperador romano, ordenaram que os cristãos celebrassem o nascimento do Messias nesta data, 25 de dezembro - prática já comum em Roma devido a festa Saturnália e a festa Natalis Solis Invictus. O objetivo era “cristianizar” os cultos pagãos através deste sincretismo. Em 557 o papa gregório ordenou a Agostinho - primeiro missionário nas Ilhas Britânicas, a “Não destruir os templos dos deuses ingleses e sim convertê-los em cristãos, sem proíbir os costumes inofensivos que estavam sendo associados a outras religiões”.
Desta forma, o Natal foi mantido sem restringir o espírito pagão, mantendo-se todos os costumes da época.
Os presépios - inseridos por roma papal, foram abolidos pelos protestantes por considerarem idolatria, mas mantiveram as àrvores enfeitadas, as luzes, os enfeites e os costumes dos pagãos como a troca de presentes, comum na adoração ao “nascimento do Sol Vitorioso”. Mas uma coisa é certa, se Jesus tivesse nascido nesta data, naquela região, morreria congelado na manjedoura onde veio ao mundo, pois é época de frio e neve.
De uma forma ou de outra, todos acabam envolvidos pelo espírito natalino, principalmente em regiões com culturas mais pacificadoras e empáticas. No Brasil, a cada ano, mais e mais pessoas se envolvem e se encantam com as belezas desta data que, gostando ou não, une mais as pessoas do que o próprio cristianismo tem feito em todas as épocas.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A BÍBLIA NÃO DIZ QUE O CRISTÃO É OBRIGADO A "PAGAR" O DÍZIMO

Será que o dízimo é neotestamentário? O dízimo obrigatório condiz com os cristãos que estão hoje na GRAÇA de Deus, livres do jugo da Lei?

A resposta inicial é a seguinte: Nenhum texto do Novo Testamento contém algum mandamento que nos ordena a pagar dízimos nas igrejas. As falsas interpretações de textos destinados aos que viviam ou vivem sob a Lei é altamente interessante para aqueles que têm interesse nos dízimos: os líderes eclesiásticos que enfatizam este aspecto para enriquecerem às custas desta falsa doutrina.

Temos que nos conscientizar que estamos vivendo hoje debaixo da Graça. Aqueles que intimidam os crentes para darem o dizimo obrigatório usam a sobejo Malaquias 3:8-11: "Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais, sim, vós, esta nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança. Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos".

Este texto é terrível. Mete medo realmente. Chama os não dizimistas de ladrões, promete maldições, fala do devorador e manda o povo fazer prova de Deus. Esta linguagem é flagrantemente do Velho Testamento e da Lei. É a mesma linguagem do apedrejamento dos adúlteros e dos rebeldes.

No Novo Testamento a linguagem muda completamente e os adúlteros e rebeldes arrependidos em lugar de serem apedrejados são perdoados e passam a viver em novidade de vida.

Os que utilizam o argumento do dízimo obrigatório de Malaquias 3 parece que jamais leram o Novo Testamento que nos mostra claramente que o devorador foi vencido em nossa vida, independente de dízimos. Veja o que nos mostra o Novo Testamento:

1) Já estamos abençoados – Efésios 1:3"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestes em Cristo".

2) O devorador já foi derrotado - Hebreus 2:14"Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo".

3) O devorador (o maligno) não pode nos tocar, em nosso bens, nem em nossa casa - Isto é doutrina falsa neopentecostal. Os pentecostais verdadeiros não ensinam esta doutrina. Vemos a evidência desta verdade em I João 5:18: "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca".

4) Já não há condenação - Romanos 8:1"Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus".

5) Já não há acusação - Romanos 8:33"Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus"?

6) Já não há mais maldição - Gálatas 3:13"Cristo nos resgatou da maldição da Lei".

7) Já não há mais dívida - Colossenses 2:14"...e havendo riscado o escrito de dívida".

8) Já não há juízo - João 5:24"Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entra em juízo".

9) Já não há sacrifício, porque o verdadeiro sacrifício já foi realizado - Hebreus 10:14"Porque com um único sacrifício nos aperfeiçoou para sempre".

10) Temos um fiador para com qualquer dívida ainda existente - Hebreus 7:22"De tanto melhor pacto Jesus foi feito fiador".

11) Temos um mediador - Hebreus 9:15"E por isso é mediador de um novo pacto".

12) E se qualquer dúvida ainda existir, temos um advogado - I João 2:1"Temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo".

13) Não precisamos mais fazer prova de Deus – I Coríntios 10:9 - E não ponhamos o Senhor à prova como alguns deles o fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes.

Um dos textos mais usados pelos interessados em dízimos é Mateus 23:23: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas".

Ao utilizarem este texto os cultores dos dízimos estão colocando em pé de igualdade os eleitos de Deus, nascidos de novo, lavados e remidos pelo sangue de Cristo, com os escribas e fariseus hipócritas! Não é uma aberração?

Quando Jesus disse que eles deveriam fazer estas coisas, estava simplesmente enfatizando o seguinte: vocês, escribas e fariseus hipócritas, que vos gloriais na Lei, cumpram a Lei de vocês, mas não se esqueçam que para Deus o mais importante não é isto, mas é a justiça, a misericórdia e a fé.

Este texto de modo algum pressupõe que os crentes tem que cumprir os mesmos ditames da Lei que os escribas e fariseus ainda estavam cumprindo e ainda cumprem até os dias de hoje. Outro texto muito usado é Hebreus 7:1-8 "Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão quando este regressava da matança dos reis, e o abençoou, a quem também Abraão separou o dízimo de tudo (sendo primeiramente, por interpretação do seu nome, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote para sempre. Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo dentre os melhores despojos. E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão; mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. E aqui certamente recebem dízimos homens que morrem; ali, porém, os recebe aquele de quem se testifica que vive".

Este texto mostra claramente que Abraão, antes da Lei deu dízimos para Jesus. O argumento é que nós, sendo filhos de Abraão, que é o pai da fé e que deu dízimos antes da Lei ser instituída, também devemos dar dízimos a Jesus, como Abraão o fez.

Abraão também teve mais de uma mulher ao mesmo tempo e mentiu. O cristão jamais pensaria em fazer tais coisas. Naquele tempo os dízimos eram dados pela população aos soberanos. Ele deu dízimos mostrando sua condição de vassalo diante do Soberano Supremo.

Se o dízimo fosse uma instituição cristã, haveria referências a ele em todo o Novo Testamento.

Mas, como é a verdadeira maneira de um cristão contribuir?

Antes de qualquer coisa, segundo o que o Novo Testamento classifica como a verdadeira religião, eis o principal destino das contribuições de um cristão: Tiago 1:27"A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo".

Depois, ajudando não a presidentes de igrejas para suas viagens nacionais e internacionais e suas hospedagens luxuosas, mas ajudando aqueles que vivem ensinando a Palavra, conforme I Timóteo 5:17: "Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra (ou remuneração), especialmente os que labutam na pregação e no ensino" e Gálatas 6:6: "E o que está sendo instruído na palavra, faça participante em todas as boas coisas aquele que o instrui". Outra tradução diz: "reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui".

Resumindo, quais as principais finalidades das contribuições dos cristãos? Ajudar aos órfãos e viúvas e aos que ensinam a Bíblia com propriedade.

Como foi que o apóstolo Paulo mandou contribuir: "Ora, quanto à coleta para os santos fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galiléia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder (não 10%), conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar. E, quando tiver chegado, mandarei os que por carta aprovardes para levar a vossa dádiva a Jerusalém".I Coríntios 16:1-3.

Veja que não ficaria na igreja local para pagamento de algum chefe, mas seria para os cristãos necessitados. O problema hoje é que se necessita de muito dinheiro para fazer templos luxuosos, o que não é bíblico. Mostraremos isto em outro artigo que fala sobre os templos.

"Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia levantar uma oferta fraternal para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém. Isto pois lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque, se os gentios foram participantes das bênçãos espirituais dos judeus, devem também servir a estes com as materiais".Romanos 15:26,27.

Mostrarei, a seguir, vários textos que falam sobre a verdadeira índole de um diácono ou de um presbítero, ou bispo (pastor) do Novo Testamento.

I Timóteo 6:10,11:"Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão".

I Timóteo 3: 8: "Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância".

Tito 1:7-11: "Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; mas hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, temperante; retendo firme a palavra fiel, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para exortar na sã doutrina como para convencer os contradizentes. Porque há muitos insubordinados, faladores vãos, e enganadores, especialmente os da circuncisão, aos quais é preciso tapar a boca; porque transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância".

Veja que os principais insubordinados que viviam a ensinar coisas erradas por torpe ganância (ou para ganhar dinheiro), era os da circuncisão, ou seja os judeus que tinham se "convertido", mas ainda estavam com toda aquela idéia de dízimo para os levitas.

Sejamos muito claros. Vou escrever com letras bem grandes para que você entenda que não somos judaizantes: NÃO EXISTEM LEVITAS NO NOVO TESTAMENTO! Esta dispensação já passou. Estamos na Graça.

Veja o que diz Hebreus 13:5: "Seja a vossa vida isenta de ganância, contentando-vos com o que tendes; porque ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei".

Veja o que diz I Pedro 5:1-3: "Aos anciãos (ou presbíteros, ou pastores), pois, que há entre vós, rogo eu, que sou ancião com eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho".

Quando um pastor presidente de uma grande igreja viaja para a Europa e Israel, com o pretexto de visitar os lugares onde Jesus pregou, junto com 18 pessoas de sua família, com tudo pago com dízimos e ofertas de viúvas e lavadeiras, além, é claro, dos dízimos dos magnatas da sua igreja que gostam de contribuir para serem vistos, iguais aqueles fariseus que Jesus mostrou no templo, por acaso ele não está enquadrado no que diz Isaías 10:2: "para privarem da justiça os necessitados, e arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo; para despojarem as viúvas e roubarem os órfãos"! e no que diz Mateus 32:14: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque devorais as casas das viúvas e sob pretexto fazeis longas orações; por isso recebereis maior condenação".

Quer ver um texto em que os dízimos são mais castigos do que bênçãos? Leia I Samuel 8:11-17: "E disse: Este será o modo de agir do rei que houver de reinar sobre vós: tomará os vossos filhos, e os porá sobre os seus carros, e para serem seus cavaleiros, e para correrem adiante dos seus carros; e os porá por chefes de mil e chefes de cinqüenta, para lavrarem os seus campos, fazerem as suas colheitas e fabricarem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros. Tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. Tomará o melhor das vossas terras, das vossas vinhas e dos vossos olivais, e o dará aos seus servos. Tomará e dízimo das vossas sementes e das vossas vinhas, para dar aos seus oficiais e aos seus servos. Também os vossos servos e as vossas servas, e os vossos melhores mancebos, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho. Tomará o dízimo do vosso rebanho; e vós lhe servireis de escravos".

Assim agiam os reis daquele tempo e assim agem os dominadores dos rebanhos hoje.

Não escrevi tudo isto porque não gosto de contribuir, nem porque tenho algo contra algum guardião de templos. Escrevi, porque creio que é a verdade. Escrevi porque vejo muita distorção nos sistemas de contribuições que existem hoje. Escrevi porque vejo pessoas ganhando salário mínimo e dando 10% desse minguado salário porque estão "fazendo prova de Deus".

Não precisamos mais fazer prova de Deus. Ele já nos abençoou com toda sorte de bênçãos, já destruiu o devorador, já pagou nossa dívida, já nos libertou da opressão da Lei. Somos livres para contribuir com aquilo que o Senhor colocar em nossa coração e conforme a nossa prosperidade, principalmente para ajudar aos necessitados e para ajudar aqueles que vivem ensinando a Palavra, não para aqueles que vivem utilizando o dinheiro dos fiéis para seu luxo.

O dízimo só surgiu entre os cristãos no século VI d.C. No Ocidente, a partir da Idade Média, o direito eclesiástico ocupou-se fartamente dos dízimos, tema de vários concílios regionais ou ecumênicos da Igreja Católica Romana. Entre os cristãos ortodoxos, no entanto, a prática não prosperou.

Entre os judeus, o costume de pagar dízimos se manteve, apesar das invasões estrangeiras. Depois de esmagada a última revolta contra o domínio romano, a Palestina foi esvaziada de sua população e o judaísmo se espalhou pelo mundo. Posteriormente, o dízimo passou a ser cobrado em dinheiro e perdeu o caráter de contribuição decimal. Foi substituído por um conjunto de doações, em princípio voluntárias, com fins de culto, previdência social e beneficência.

Nos primórdios do cristianismo não havia dízimo, mas doações voluntárias com fins caritativos denominadas oblações. No século VI, com o desmoronamento do sistema de cobrança de impostos do Império Romano do Ocidente, a igreja católica transformou as oblações em dízimos. Eles, entretanto, passaram a ser utilizados também pelos senhores feudais e nobres, que atuavam muitas vezes como intermediários na cobrança.

A redução de arrecadação foi compensada pela igreja católica com os chamados direitos de pé-de-altar, taxas cobradas por batismos, casamentos, serviços fúnebres e comunhão pascal. Tais práticas promoveram a secularização dos dízimos, que foram desviados de sua finalidade original. A igreja concedeu a alguns soberanos o direito de cobrança de parte dos dízimos, a partir do século XII. No século XVIII, com a revolução francesa, esse imposto foi progressivamente abolido.

Nos países europeus onde ocorrera a Reforma protestante, o dízimo continuou a ser cobrado pelas novas igrejas oficiais. Em certos países, católicos ou protestantes, era cobrado também dos dissidentes. Com a abolição do dízimo na França e a partir daí, progressivamente, nos demais países europeus, o Estado achou outras formas de compensação às igrejas.

No Brasil colonial, os dízimos pertenciam à Ordem de Cristo, a quem a Santa Sé os concedera implicitamente, ao conferir-lhe jurisdição sobre as terras conquistadas e a conquistar nas regiões ultramarinas, de acordo com bulas papais do século XV. Inicialmente, o dinheiro arrecadado mal cobria os gastos do clero, mas, com o impulso do açúcar no século XVI, o dízimo tornou-se uma das maiores fontes de arrecadação da colônia. Também aqui o dízimo era secularizado e a coroa portuguesa repassava para a igreja apenas uma parte dos bens recolhidos. O dízimo eclesiástico não se confunde com a dízima, imposto civil também de um em dez, cobrado no Brasil imperial.

Os dízimos continuaram a ser cobrados durante o primeiro reinado, mas, no decorrer do século XIX, foram sendo progressivamente substituídos por impostos civis. Em 1890, com a separação da igreja e do estado, extinguiram-se em definitivo no Brasil. Os direitos de pé-de-altar permaneceram e as oblações tornaram-se generalizadas. Posteriormente, a Igreja Católica procurou substituir as coletas por doações mensais voluntárias, sem caráter decimal.

Entre os evangélicos, contudo, essa prática continua até os dias de hoje.
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Por Pr. Paulo de Aragão Lins
Pastor Batista, teólogo, escritor, conferencista internacional em 29 países. Consultor de traduções da Bíblia.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Como nos proteger dos virus

"Encham as suas mentes com tudo o que é bom e merece elogios: o que é verdadeiro, digno, justo, puro, agradável e honesto" (Filipenses 4.8), já recomendava o apóstolo num tempo quando as influências ainda não eram eletrônicas e tão nocivas. E se a nossa mente registra tudo como um computador, e pela Internet os seus programas estão em constante perigo pela contaminação de vírus, o Antigo Testamento também já alertava: "tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos" (Provérbios 4.23). Esta era a preocupação do apóstolo Paulo (que teve sua mente dominada pelo legalismo) com os cristãos de Corinto: "tenho medo de que a mente de vocês seja corrompida e que vocês abandonem a devoção sincera e pura a Cristo" (2 Coríntios 11.3).
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O apóstolo apresenta um poderoso antivírus ao prometer que "a paz de Deus ... guardará o coração e a mente de vocês, pois vocês estão unidos com Cristo Jesus" (Filipenses 3.7). Mas a mente só estará protegida com Cristo ao seguir-se a recomendação que segue no versículo: "portanto, meus irmãos, encham as suas mentes com tudo o que é bom ...". Seguindo esta orientação, pais cristãos além de encherem suas próprias mentes de Cristo, não pensarão duas vezes em controlar a televisão e o computador e conseguir tempo para fazer aquilo que Deus pede em Gênesis 6.7, ensinar a Bíblia. Afinal, os filhos vão ser aquilo que pensarem assim como nós, e vão pensar aquilo que os pais permitirem.

Bem-Aventurados os Aflitos

O estado de profunda tristeza que a vida às vezes nos impõem leva-nos muitas vezes a pensamentos fúteis relacionados à nossa existência. Mas nós não devemos jamais perder de vista que estamos sobre um mundo inferior e decadente, onde não é mantido senão pelas nossas imperfeições. Onde cada um de nós tem sua parte de trabalho, de sucesso, de decadência e de miséria, nosso quinhão de sofrimento e de decepções. A terra é um lugar de expiações e provas, e temos que nos conformar com esta realidade inevitável. Porém estas provas e expiações são sempre sinais de uma inferioridade relativa, porque o que é perfeito não tem mais necessidade de ser provado, já foi lapidado.
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Afinal de contas, a felicidade aqui, é uma utopia, na busca da qual as gerações se lançam sucessivamente sem poder jamais atingí-la. Consegue-se momentos, mas tão pequenos que se perdem no tempo e espaço. Por um ano, um mês, uma semana de completa satisfação, todo o resto se escoa numa seqüência de amarguras e decepções. Que remédio então recomendar àqueles que estão atacados de obsessões cruéis e de males cruciantes? Um só é infalível: a fé, o olhar para o céu. O que crê é forte pela fé, e o que duvida um segundo da sua eficácia, é logo punido porque experimenta no mesmo instante as pungentes angústias da aflição. Mas ao voltar-se à fé o consolo divino o apanha e o torna forte.

O Início

Eu fui adventista de berço. Batizei-me aos 9 anos. Aos 10 já era capitão de unidade, onde liderava 8 garotos de minha idade. Aos 16 era líder graduado e aos 19 comecei a dedicar-me aos estudos escatológicos. Fui um líder respeitado e recebi muitas congratulações. Era conhecido pela minha determinação e firmeza em meus atos. Era rigoroso no cumprimento das leis e exigente para que meus liderados também cumprissem. Em meu departamento, criei leis localizadas, sob a aprovação de todos que pertenciam ao grupo, para organizar o trabalho e “deletar” aqueles que só estavam para atrapalhar o processo. Era o primeiro a cumprir os regulamentos, pois as regras valiam para todos, desde o zelador até o pastor. Acabei excluindo de meu departamento, “mauricinhos e patricinhas” importantes na igreja, comprando assim grandes brigas com os líderes locais. Era amado por muitos e odiado por tantos outros. Não media poder, cor, raça ou posição social, executava o que tinha que ser e ponto final. Se eu errasse, deveria ser punido da mesma forma. Criei padrões administrativos que foram reconhecidos pela Associação e oficalizados pela Divisão, sendo usados em todos os países Sul-Americanos.
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Acreditava piamente no Espírito de Profecia. Minhas pregações eram recheadas de passagens Bíblicas, escatologicamente corretas (dentro do meu conhecimento adventista na época), recortes de jornais e revistas, slides de imagens sobre o tema discutido e, paralelo a tudo isso, se não acima, a confirmação pelos escritos de Ellen White, a “mulher que Deus havia inspirado para que tivéssemos maior compreensão de Suas verdades” - uma luz menor para fazer-nos entender a Bíblia. Acreditava, vivia e pregava que sem Ellen White, jamais teríamos o conhecimento da verdade. Ela era para mim, assim como para a maioria dos adventistas, tão importante - se não mais, quanto os escritores bíblicos.
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Acreditei que se um dia me rebelasse contra os testemunhos de Ellen White estaria condenado à perdição eterna (conforme descrito nos livros da profetisa), assim como tantos que conhecia. Baseado nisso, criei um sistema para resgatarmos estas almas “perdidas”, onde um grupo de jovens oraria e enviaria cartas, dando total assistência por uma semana enviando cartas, cartões, lembranças, telefonemas, etc, para um grupo de “perdidos” pré-selecionados (os ex-adventistas). Funcionava em forma de rodízio, e cada “perdido” passaria por todos os jovens do grupo de oração sendo um por semana responsável por algum ex-adventista e, algumas semanas depois, uma grande festa era realizada com imagens destas pessoas quando eram adventistas e o estado degradado em que se encontravam e como poderiam ser resgatas da “perdição”. O projeto deu certo, e mais de 80% dos ex-adventistas retornaram ao redil após a conclusão do projeto.
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Com o envolvimento cada vez maior com a administração regional, já que fui aceito como Coordenador Regional, administrando uma região de mais ou menos uns 200 Km2, comecei a me envolver com a elite adventista, e fui percebendo que a coisa não era bem como imaginava. “Homens de Deus” sugavam o patrimônio da igreja, enquanto membros da “ralé” passava fome. Pastores guardavam seus carros e alugavam suas casas para usar casa e carros da igreja, destruindo aquilo que deveria ser para o andamento da obra missionária e não para deleite pessoal. Valores que sobravam em caixa eram investidos em bens que beneficiassem a elite. Diretores de departamentos agiam como funcionários de empresas, brigando por posições que às vezes não geravam renda, mas geravam status e, às vezes, renda indireta. Fui me decepcionando com os meus superiores e fui ficando “chateado” com tudo isso, pois acreditava que homens de Deus não cometeriam certos tipos de erros envolvendo até prostituição. Tentei entender como homens conhecedores desta tal “verdade”, tendo Deus sobre suas atitudes como demonstravam nos púlpitos, podiam estar a cometer atos tão vulgares.
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Comecei então a fazer aquilo para o qual fui treinado, rastrear a fé alheia. Só que desta vez fui rastrear minha própria casa, ou seja, minha própria fé. Acreditava que se homens da liderança, instituídos por “Deus” cometiam tantos erros, é porque não estavam com Deus. Mas se Satanás não poderia agir com a “verdade”, então ele teria que estar no comando! Isso me assustava, pois sabia que se Satanás estivesse no comando, Deus não estaria ali, mas como não estar ali se esta era a igreja de Laodicéia, a igreja Remanescente, a igreja profeticamente correta, instituída pelo próprio Deus através de Ellen White sob os estudos de Guilherme Miller! Confesso que recuei e preferi não saber o resto, pois temia ter que ver o que não queria ver.
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Mas Deus era misericordioso e tinha um plano para minha vida. Ele sabia que aquele não era o meu lugar e que nada abalaria a minha fé: nem bebidas, nem mulheres, nem festas, nem poder, nem dinheiro... Nada enchia os meus olhos. Eu só tinha um objetivo: o céu. Porém, Deus sabia que eu poderia ser abalado com uma traição, algo que sempre repudiei, mas nunca tinha experimentado. Mas tinha que ser uma traição bem grande, que fosse além de um simples sentimento pessoal, abrangesse toda uma estrutura como a minha própria existência, envolvendo uma organização, por exemplo. Mas ele precisava de um estopim. Tinha que ter uma “ponta de pavio para poder acender”.
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Eu namorava uma jovem líder há 4 anos. Não era ninguém importante quando começamos e tornou-se a segunda no comando quando saí do redil, sendo convidada para ocupar minha cadeira que ficou vazia. Era a pessoa em quem eu mais confiava. Não a amava tanto como homem, mas confiava o bastante para entregar meus negócios nas mãos dela. Esse foi o pavio encontrado pelo divino.
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Porém, foi uma pancada que me abalou, mas não me derrubou. Procurei meus líderes, mostrei o material coletado sobre a traição e pedi uns meses de afastamento para reorganizar minha vida pessoal. Algumas semanas depois, fui informado de que ela havia sido condecorada e foi chamada para ocupar o meu lugar. Liguei para o meu superior e fui surpreendido com uma declaração: “Se não estiver gostando saia”. Foi o que fiz, entreguei todos os cargos e passei a ser apenas membro. Os membros da igreja começaram a me tratar de forma diferente, e quando percebi, já era o vilão e a jovem santa a “deusa” nas igrejas da região. Procurei o pastor local e fui informado que “a vida era assim mesmo, e que eu tinha que me acostumar” e “que se não posso com eles, deveria me juntar a eles”... Cansei. Fui para casa, e reiniciei meus estudos sobre a IASD, agora com mais afinidade. Queria entender estas atitudes contrárias às palavras da Bíblia na qual eu acreditava. Reli todos os livros de Ellen de forma crítica. Aproveitei meu momento de raiva para não ser afetado pelo meu sistema de crenças. Comecei a ver coisas que não eram bíblicas, e me bati com a declaração de que os “mentirosos são filhos do Diabo”! Não dá pra ser filho de dois pais, ou se está com Deus ou se está com o Diabo.
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Aos 27 anos descobri que Deus não estava guiando na direção que eu seguia e optei por me afastar do rol de membros da IASD após enviar Carta de Renuncia, conforme o Manual da Igreja, por não ter praticado nada de errado passível de punição. Saí da IASD por escolha própria, e nunca tive meu currículo eclético manchado por nem mesmo um errinho passível de advertência.
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Diferente do que se prega nos corredores adventistas, hoje eu estou milhares de vezes melhor que antes. Cheguei a dever quase cem mil reais, mesmo sendo um fiel dizimista. Se vendesse meu patrimônio, não pagaria nem um por cento das dívidas. Hoje, mesmo não dizimando mais, minha dívida é a do dia a dia. Se vender tudo que tenho, pago a dívida umas 30 vezes. Tudo em minha vida corre muito bem, e sinto Deus como nunca senti em minha existência. Hoje posso dizer que sou Seu amigo, mesmo muitos adventistas afirmando que é Satanás quem me ajuda. Creio que os irmãos estão equivocados, pois se crer desta forma, terei que aceitar que Deus não tem poder, pois quando estava com Ele nada funcionava.
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Passei a vida acreditando que tudo dependia da lei do decálogo e que a salvação só era possível via doutrina adventista. Os escritos de Ellen White eram tão importantes que conhecia cada linha de suas palavras. Porém, ao confirmar tantos erros doutrinários e sentir a atitude de um povo que se diz santo e na verdade são os principais julgadores terrenos; ao ver como Ellen White manipulou os textos através do plágio, afirmando ser tudo obra divina, tudo inspiração; ao detectar os erros bizarros da doutrina adventista em contrapartida com a palavra de Deus, cheguei a uma única conclusão:
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A Igreja Adventista só pode ser a mais bem estruturada, mais bem arquitetada, mais bem projetada obra satânica sobre a terra, algo jamais sonhado pelos precursores do cristianismo. Satanás usa a verdade da Bíblica fundida a uma mentira camuflada carregada de plágios e mitologias, difundida sob um terrorismo psicológico sob uma bem estruturada programação neuro-linguística. Os membros são bombardeados constantemente com avisos de que “esta é a única verdade” e quem não estiver com ela “não se salvará” e, pior que isso, quem conhecer esta “verdade” e a abandonar, “estará indo de encontro ao próprio Deus” (meu caso. Conheci a verdade e a abandonei).
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O que sinto pelos adventistas hoje é pena. Pena por eles virem como eu vivi durante tanto tempo sob uma bandeira de falsa felicidade, de falsa liberdade. Pena de vê-los destruindo suas próprias vidas crendo estarem a fazer a vontade de Deus. Pena de saber que vivem uma vida mesquinha, cheia de leis e regras, vivendo sob o decálogo sem conhecer a verdadeira graça divina. Que permaneçam nesta ignorância camada de “verdade”, pois assim terão uma chance na salvação.
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Acredito que a Bíblia é a única fonte da verdade escrita e manipulada por gerações no intuito de manter viva uma doutrina de amor. Aqui vamos tentar apresentar certas doutrinas de forma clara e livre dos fardos ecléticos que se baseiam em opiniões pessoais que fundem-se em instituições com o intuito de mudar uma ideologia de mais de seis mil anos.
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Quanto aos irmãos de outras denominações, precisam se proteger deste mundo de fábulas, pois os adventistas são “pescadores de aquário”, não buscam as almas que realmente precisam de salvação, mas vivem tentando atrair os membros de outras denominações, com o intuito de “evangeliza-los”. Possuem grandes argumentos capazes de confundir até mesmo pastores de outra fé, e até igrejas inteiras já foram “convertidas”. A música adventista é o melhor meio de adentrar o terreno alheio. Possuidores de grandes vozes “encantam” os ouvintes com a força da palavra e, com suas letras evangelizadoras, penetram o sob-consciente de cristãos implantando em seus sistemas de crenças, dúvidas relativas à sua própria fé. A música adventista “é a melhor forma de evangelizar”, diz a dita profeta dos últimos tempos: Ellen White.